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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

nas ondas




  • Dados da manifestação




    Código de Acesso: aipe1017

    Órgão ou Entidade: EBC – Empresa Brasil de Comunicação S.A.

    Cidadão: Gisela

    Tipo de Manifestação: Reclamação

    Prazo para Atendimento: 23/09/2019

    Descrição da Manifestação: Assunto: vinheta desastrosa



    Prezados ouvidores, a crítica não é voltada para as rádios EBC mas foi o caminho que sugerido pelo zap de vocês.

    No caso, a rádio que ouço é a MEC FM mas sei que a AM é também excelente e até acabar, quando a minha filha mamava ainda, ouvia a Nacional FM. Só tenho elogios a todos e todas.



    Não se discute o direito do governo de pôr no ar as suas vinhetas já que são rádios públicas, o que quer dizer aliás de todos nós.

    O presidente Temer por exemplo adorava interromper a programação para emitir comunicados.



    O que questiono é a escolha da produção para iniciar esse "Fale com o Governo".

    Lamentável.

    Vamos lá; se alguém ligado ao atual governo fez no Sul ou em redes sociais a promessa que se instauraria a pena de morte no nosso já sofrido país pecou contra a Constituição. 

    Agora, se tal promessa não existiu, por que foram escolher uma pergunta tão carregada de ódio e tão ideológica? Ou será que todas as perguntas direcionadas à produção da vinheta foram do mesmo quilate?

    Este não é o meu país e também não é o país da MEC, Música, Educação e Cultura.

    Me expliquem o que a pena de morte, que como ponderada e acertadamente explica o ministro, não existe em tempo de paz, tem a ver com educação e cultura para não dizer nada de música.



    Tinha-se a impressão que o rapaz de Santa Catarina queria data certa para começar a cobrara a execução de seus desafetos.

    Que vergonha.



    Que ventos melhores nos possam abençoar.


     
     
    Gisela d'Arruda

nas ondas




  • Dados da manifestação




    Código de Acesso: aipe1017

    Órgão ou Entidade: EBC – Empresa Brasil de Comunicação S.A.

    Cidadão: Gisela

    Tipo de Manifestação: Reclamação

    Prazo para Atendimento: 23/09/2019

    Descrição da Manifestação: Assunto: vinheta desastrosa



    Prezados ouvidores, a crítica não é voltada para as rádios EBC mas foi o caminho que sugerido pelo zap de vocês.

    No caso, a rádio que ouço é a MEC FM mas sei que a AM é também excelente e até acabar, quando a minha filha mamava ainda, ouvia a Nacional FM. Só tenho elogios a todos e todas.



    Não se discute o direito do governo de pôr no ar as suas vinhetas já que são rádios públicas, o que quer dizer aliás de todos nós.

    O presidente Temer por exemplo adorava interromper a programação para emitir comunicados.



    O que questiono é a escolha da produção para iniciar esse "Fale com o Governo".

    Lamentável.

    Vamos lá; se alguém ligado ao atual governo fez no Sul ou em redes sociais a promessa que se instauraria a pena de morte no nosso já sofrido país pecou contra a Constituição. 

    Agora, se tal promessa não existiu, por que foram escolher uma pergunta tão carregada de ódio e tão ideológica? Ou será que todas as perguntas direcionadas à produção da vinheta foram do mesmo quilate?

    Este não é o meu país e também não é o país da MEC, Música, Educação e Cultura.

    Me expliquem o que a pena de morte, que como ponderada e acertadamente explica o ministro, não existe em tempo de paz, tem a ver com educação e cultura para não dizer nada de música.



    Tinha-se a impressão que o rapaz de Santa Catarina queria data certa para começar a cobrara a execução de seus desafetos.

    Que vergonha.



    Que ventos melhores nos possam abençoar.


     
     
    Gisela d'Arruda

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  • Dados da manifestação




    Código de Acesso: aipe1017

    Órgão ou Entidade: EBC – Empresa Brasil de Comunicação S.A.

    Cidadão: Gisela

    Tipo de Manifestação: Reclamação

    Prazo para Atendimento: 23/09/2019

    Descrição da Manifestação: Assunto: vinheta desastrosa



    Prezados ouvidores, a crítica não é voltada para as rádios EBC mas foi o caminho que sugerido pelo zap de vocês.

    No caso, a rádio que ouço é a MEC FM mas sei que a AM é também excelente e até acabar, quando a minha filha mamava ainda, ouvia a Nacional FM. Só tenho elogios a todos e todas.



    Não se discute o direito do governo de pôr no ar as suas vinhetas já que são rádios públicas, o que quer dizer aliás de todos nós.

    O presidente Temer por exemplo adorava interromper a programação para emitir comunicados.



    O que questiono é a escolha da produção para iniciar esse "Fale com o Governo".

    Lamentável.

    Vamos lá; se alguém ligado ao atual governo fez no Sul ou em redes sociais a promessa que se instauraria a pena de morte no nosso já sofrido país pecou contra a Constituição. 

    Agora, se tal promessa não existiu, por que foram escolher uma pergunta tão carregada de ódio e tão ideológica? Ou será que todas as perguntas direcionadas à produção da vinheta foram do mesmo quilate?

    Este não é o meu país e também não é o país da MEC, Música, Educação e Cultura.

    Me expliquem o que a pena de morte, que como ponderada e acertadamente explica o ministro, não existe em tempo de paz, tem a ver com educação e cultura para não dizer nada de música.



    Tinha-se a impressão que o rapaz de Santa Catarina queria data certa para começar a cobrara a execução de seus desafetos.

    Que vergonha.



    Que ventos melhores nos possam abençoar.


     
     
    Gisela d'Arruda




  • Dados da manifestação




    Código de Acesso: aipe1017

    Órgão ou Entidade: EBC – Empresa Brasil de Comunicação S.A.

    Cidadão: Gisela

    Tipo de Manifestação: Reclamação

    Prazo para Atendimento: 23/09/2019

    Descrição da Manifestação: Assunto: vinheta desastrosa



    Prezados ouvidores, a crítica não é voltada para as rádios EBC mas foi o caminho que sugerido pelo zap de vocês.

    No caso, a rádio que ouço é a MEC FM mas sei que a AM é também excelente e até acabar, quando a minha filha mamava ainda, ouvia a Nacional FM. Só tenho elogios a todos e todas.



    Não se discute o direito do governo de pôr no ar as suas vinhetas já que são rádios públicas, o que quer dizer aliás de todos nós.

    O presidente Temer por exemplo adorava interromper a programação para emitir comunicados.



    O que questiono é a escolha da produção para iniciar esse "Fale com o Governo".

    Lamentável.

    Vamos lá; se alguém ligado ao atual governo fez no Sul ou em redes sociais a promessa que se instauraria a pena de morte no nosso já sofrido país pecou contra a Constituição. 

    Agora, se tal promessa não existiu, por que foram escolher uma pergunta tão carregada de ódio e tão ideológica? Ou será que todas as perguntas direcionadas à produção da vinheta foram do mesmo quilate?

    Este não é o meu país e também não é o país da MEC, Música, Educação e Cultura.

    Me expliquem o que a pena de morte, que como ponderada e acertadamente explica o ministro, não existe em tempo de paz, tem a ver com educação e cultura para não dizer nada de música.



    Tinha-se a impressão que o rapaz de Santa Catarina queria data certa para começar a cobrara a execução de seus desafetos.

    Que vergonha.



    Que ventos melhores nos possam abençoar.


     
     
    Gisela d'Arruda

sábado, 10 de agosto de 2019

livre expressão

Viva a imprensa em geral e as colunas de notinhas em particular. Saudades das colunas do JB, aguardo o segundo renascer da versão de papel. Por ora têm de matar a minha fome as do Ancelmo, que sempre esquadrinho, e foi ali que vi o auê com o livro de Luiz Eduardo Soares, antropólogo e professor. Pretendia lançar o seu trabalho mais recente na Uerj mas o preclaro governador do meu Estado achou de costas acima e avisou que tentaria proibir, não o livro que isso ainda não pode não senhor, mas o lançamento em prédio estadual.
Acrescentou que desde já proibia a presença de PMs fazendo segurança em qualquer local onde tentassem o lançamento; o Major do partido do governo meteu a colher para declarar que tinha de ser proibido o lançamento em universidades federais também.
Ah sim. O título, certo? "Desmilitarizar". Pois é.
Diante da reação intempestiva (e a do major compreendo até mais, o nobre governador continua civil!) considerei dever cívico adquirir o livro e divulgar a sua existência.
Não sei como nem onde fluiu o lançamento, nem se conseguiram proibir a venda nas livrarias das ditas universidades, o que seria alarmante. Agradeço retorno.
Os trechos que vi me pareceram mui oportunos e fora isso, viva a liberdade de expressão.
Numa semana em que o presidente declarou entre várias pérolas (viram a receita para poluir menos?) que se houvesse cadeia pra excesso jornalistico, todos os jornalistas estariam dentro.
Viva a informação, os professores, os jornalistas e historiadores.
Ah, e não baixem versões piratas que isso é vergonhoso, comprem na livraria...


quinta-feira, 1 de agosto de 2019

limites à maioria expressa

Já disse isso neste espaço mas um estava de porre, outro de férias, outro de maconha, outros preparando doutorado, e é bom repetir.
Não há número de votos que permita a um eleito, ou eleita, acabar com o meio ambiente do lugar onde foi eleito. Se a maioria dos votos for a favor do estupro de crianças, ou trabalho escravo, ou destruição das matas, e afins, tais votos não podem ter valor.
O conjunto das outras nações, a pressão internacional, as organizações de Direitos Humanos ou as que defendem o meio ambiente (não raro as mesmas) devem ir além do repúdio e punir.
Se por exemplo no Brasil a maioria decidisse que deseja a volta do cativeiro, ou o fuzilamento de todo terceiro filho varão, a ingestão coletiva de crianças canhotas, o mundo se rebelaria.
Não existe legitimidade para o absurdo que ultrapasse certas fronteiras, certo limites.
Jornalistas começaram a apontar nas mais recentes declarações presidenciais "sem estratégia" um motivo para a destituição do declarante, e eu apoio. Não reúne as condições.
Destituição antes que seja tarde.

sábado, 20 de julho de 2019

se eu for só por mim, quem serei eu?

Muitos temos cada um a nossa religião, e não poucos pertencem a partidos políticos, praticando ou não uma religião. O que já demonstra que não se deve superpor uma coisa à outra.
Mas se você põe a sua religião ou o seu partido à frente das demais considerações, está agindo pequeno e a sua ação fica curta.
A sua ênfase e a sua indignação devem abranger primeiro o Estado de Direito e o Meio-Ambiente, porque sem esses respectivos fatores nem existe democracia nem haverá vida. Se está firme o Estado de Direito, nem haverá nepotismo, nem haverá prefeitos vinculando a imagem de sua igreja à da Prefeitura, nem haverá censura como está perigando haver. Como já há, porque em vez de peitar, ou de cancelar o evento, em vez de dar a a opção aos palestrantes ameaçados de participar ou não, os organizadores da Feira do Livro naquela triste cidade do Sul preferiram desconvidá-los.
A luta contra a censura, a violência, a ameaça de morte, a intolerância religiosa, enfim, todas as formas de opressão estão muito além da defesa de qualquer religião.
"Se eu não for por mim, quem será? e se eu for só por mim, quem serei eu? e senão for agora, então quando será?"

Post Scriptum 1. Não há fome, vírgula. Em Botafogo um senhor magrinho e educado tenta engraxar sapatos para alimentar a filha que ficou em casa  e a quem "dera água" naquele dia. Afirmo que isso ele não pode deixar acontecer, e que a leve ao padre ou à escola municipal e ouço que "lá não há nada". Dou a maior das duas notas na carteira e a julgar pela reação isso é raro. Sinto-me logo depois a perfeita cretina por não ter dado as duas, nem pegado os seus dados. Mas irei atrás.
P S 2. "Governador paraíba" é a mãe, e racismo é crime.